Marcos Caruso fala sobre Leleco, o ilustre morador do Divino de ‘Avenida Brasil’

Foto: Divulgação Globo.

Camisa regata mostrando os braços, cordão dourado no pescoço e óculos escuros na cabeça. Um jeito jovial e uma risada inconfundível. Em ‘Avenida Brasil’, Leleco conquistou não só a linda Tessália (Débora Nascimento), como também o coração do público. O ator Marcos Caruso fala sobre o sucesso deste ilustre morador do Divino, o pai carinhoso da família de Tufão (Murilo Benício), que protagonizou cenas hilárias com a ex-mulher, Muricy (Eliane Giardini), e com seu rival, Darkson (José Loreto).

‘Avenida Brasil’ estreia na segunda-feira, dia 7, no ‘Vale a Pena Ver de Novo’. Até o dia 11, a novela divide a faixa com as emoções finais de ‘Por Amor’.


Entrevista com Marcos Caruso



Como você recebeu a notícia da volta da novela?

O público pede há anos este retorno. A união de qualidades deste trabalho é uma satisfação para quem viu e para quem fez.

O que muda para você sete anos depois de ‘Avenida Brasil’ ter sido exibida?

Sete anos nos tempos de hoje parecem 70, tal a velocidade das transformações. Mas um clássico é atemporal. Acredito que o olhar do público atualize a obra.

As pessoas comentam com você sobre o Leleco até hoje?

Estou em Lisboa, com um espetáculo, e sou abordado a cada minuto pelo público. A novela, dentro e fora do Brasil, atingiu êxitos impressionantes.

O que fez de Leleco um personagem tão querido?

Leleco é solar. Tem humor. Representa bem uma grande parcela reconhecível do povo brasileiro. Mas, sem dúvida, o mérito sempre se inicia com o autor. João Emanuel Carneiro construiu personagens emblemáticos nesse trabalho. Meu mais sincero obrigado.

Qual a sua cena mais marcante?

Entre todas que amei fazer, gosto da briga com o Darkson e da cena da jabuticaba com Eliane Giardini.

O que este personagem mudou na sua vida?

Me deu mais autoestima quando já estava entrando na terceira idade.

Qual ingrediente fez da novela um fenômeno?

A brilhante mão, a inteligência e o coração de João Emanuel Carneiro. A escalação do elenco não foi óbvia, outro acerto. E a direção da intuitiva e brilhante Amora Mautner, com o preciso e sofisticado José Villamarim foram a base e a cereja do bolo.

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