A personalidade mítica do comunicador revolucionário e inovador, que mudou a forma de fazer TV no Brasil; e a do homem por trás do visual irreverente e inconfundível convergem na série ‘Chacrinha’, que a Globo exibe a partir do dia 14 de janeiro, após ‘Amor de Mãe’. Baseados no filme “Chacrinha: O Velho Guerreiro”, dirigido por Andrucha Waddington e com roteiro de Claudio Paiva, os quatro capítulos contam a trajetória de José Abelardo Barbosa do momento em que ele larga a faculdade de Medicina para se aventurar como locutor de rádio até o auge na televisão. “Chacrinha é uma figura extraordinária, talvez o maior ícone pop brasileiro do século 20, mas optamos por retratá-lo como um ser humano, de uma forma não romantizada, uma pessoa que, como qualquer outra, tem um lado solar e um lado menos solar”, explica Andrucha Waddington.

Na série, estrelada por Stepan Nercessian e Eduardo Sterblitch, que vivem Abelardo Barbosa em fases diferentes, há cenas inéditas para costurar a narrativa. “A série é uma oportunidade de levar para ainda mais pessoas tudo o que Chacrinha representou. Como ator, foi um grande desafio e contei com a parceria fundamental do Stepan”, diz Eduardo. “Era importante fazer essa passagem entre as fases com consistência, para dar credibilidade ao personagem. Acho que conseguimos, eu e Eduardo, fazer o personagem de maneira humanizada, crível”, completa Stepan.

Outra novidade são os minidocumentários, com imagens de arquivo da época sobre os cassinos, a era do rádio, o início da televisão, calouros, musicais, concursos, chacretes, tropicalismo e censura. “O material documental da série colabora com a parte ficcional de uma maneira muito interessante, porque contextualiza a figura do Chacrinha e sua personalidade com a época em que ele vivia”, explica Claudio Paiva.

Também fazem parte da série personagens marcantes da trajetória de Chacrinha, como Elke Maravilha, interpretada por Gianne Albertoni; Rita Cadillac, por Karen Junqueira; e Boni, por Thelmo Fernandes.